Diversidade no Poder de Decisão: A Longevidade como Pilar da Nova Economia e Justiça Social
January 28, 2026
A inclusão de diferentes vozes, especialmente a experiência 50+, é a chave para a sustentabilidade dos negócios e o combate à desigualdade.
A discussão sobre diversidade corporativa transcendeu a esfera do "politicamente correto" e se consolidou como uma ferramenta estratégica de gestão e desenvolvimento de negócios. Em um artigo de opinião na Exame, co-assinado por Sérgio Serapião, Co-presidente do Conselho do Sistema B Brasil e CEO da Labora, o debate é elevado ao patamar de justiça social e nova economia, defendendo que é hora de dar poder de decisão para diferentes vozes.
A Labora se insere nesse movimento, defendendo que a diversidade etária é um componente fundamental para a sustentabilidade e a inovação.
Diversidade: Inteligência de Negócios e Sustentabilidade
O artigo ressalta que negócios são feitos por e para pessoas. Uma equipe diversa, que reflete a composição da sociedade, tende a gerar melhores produtos, ter maior representatividade no mercado e, consequentemente, impactar positivamente os lucros.
No entanto, o Brasil enfrenta um cenário de alta desigualdade, e a responsabilidade de reverter esse quadro recai, em grande parte, sobre as empresas. O Edelman Trust Barometer aponta que as empresas são a instituição que o brasileiro mais confia, conferindo-lhes um papel de guia nas mudanças sociais urgentes.
O Capitalismo de Stakeholders, que vai além do lucro e considera os interesses de toda a sociedade, exige que as empresas olhem para dentro e garantam que suas estruturas de poder sejam representativas.
O Compromisso da Labora com a Transformação
A Labora entende que a inclusão do talento maduro é um ato de justiça social e um imperativo da nova economia. Ao promover a diversidade etária, a Labora contribui para que as empresas:
- Oxigenem suas lideranças, trazendo a experiência como um ativo estratégico.
- Combatam o etarismo, um dos preconceitos mais silenciosos e prejudiciais.
- Construam um futuro do trabalho mais justo, inclusivo e alinhado com a realidade demográfica do Brasil e do mundo.
A transformação social e econômica passa por dar poder de decisão a todas as vozes, e a voz da experiência 50+ é inegociável para o sucesso na nova economia.
Confira também o artigo da Exame, “Justiça social e nova economia: é hora de dar poder de decisão para diferentes vozes”, que aprofunda como diversidade, representatividade e justiça social são pilares da nova economia e do futuro dos negócios no Brasil.












